Só não vence quem não luta. Toda a solidariedade com os trabalhadores do Porto de Sines!

686950942_tpA história conta-se em poucas palavras. Depois de anos a ser representados por um sindicato de empresa, mais amigo do patrão do que dos trabalhadores, um grupo de trabalhadores do Porto de Sines decidiu virar o bico ao prego e organizar-se no Sindicato de Lisboa, de forma a garantir uma ligação aos demais trabalhadores portuários e ao IDC – a sua organização internacional – e a poder desenvolver uma actividade sindical que seja capaz de mudar a sua situação e dignificar o seu modo de vida.

Quando até aqui o sindicato nada tinha feito para defender os trabalhadores que representa, deixando que a esmagadora maioria dos trabalhadores do Porto de Sines sejam dos que piores condições têm na Europa, boa parte deles a ganhar pouco mais do que o salário mínimo, agora já parece haver disponibilidade até para ameaças e castigos que são, sabemos todos, punidos por lei.

Sem ceder ao medo os trabalhadores em luta têm já um plenário marcado para a próxima segunda-feira, dia 22, às 16 horas, no Salão de Música de Sines, por forma a definir os objectivos e os próximos passos a dar na defesa dos seus direitos.

Quando o que cada vez mais se vê são as migalhas da concertação social, toda a solidariedade é pouca para todos aqueles que preferem a coragem ao medo, a dignidade à vergonha, a luta à desistência.

Se o caos social o faz sentir-se inseguro em casa, não perca mais tempo a tentar transformar esta porra de sociedade atroz e cruel: ADIRA JÁ AO NOVO SISTEMA VIDEOALARME DA PROSEGUR COM MICROCÂMARAS NOS DETECTORES VOLUMÉTRICOS

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“O Comunismo Nunca Existiu – A Guerra Civil Europeia 1917-1945″ – Lançamento

Na próxima terça-feira terá lugar o lançamento do livro ‘O comunismo nunca existiu – A guerra civil europeia (1917-1945)’, publicado pelas Edições Antipáticas.

Com textos de João Valente Aguiar, António Louçã, Victor Serge, Miguel Pérez, Ricardo Noronha e João Bernardo.  A apresentação e comentário do livro estarão a cargo de Luís Trindade e Bruno Peixe Dias.

Pelas 18h00, 3ª feira, 23 de Setembro, no RDA49 (Regueirão dos Anjos, nº 49, novo local a inaugurar]

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Em tempo de Guerra, Amor e Eros: “Placez 3635″

Les spasmes continuent. Le corps réagit mal à vos absences. La gueule de bois. Les heures avec vous tournez tout particulier. Les choses ne sont plus des choses. L’espace devient une autre poétique. La tête se déplace sans cesse vers le moment de plaisir. La mémoire de chacun, inédite, même dans l’imagination est différente à chaque fois que vous vous souvenez. Dentée. Adoucie par la plongée nue de la peau. Le goût. La chair tremblante. Vêtements tombés. Les corps collés par tous nos liquides que nous avons jailli ensemble. Nous sommes une onde de choc, boréale qui jamais ne se termine. Une surprise constante. Composé imprévisible. Un complexe. Une affinité, de plusieurs compréhensions, beaucoup de synchronismes. Déshabillez-moi. Revenez et devoir tout recommencer, maintenant, pendant des jours entiers, sans la peur de la peur de voler l’espace ou le temps de la volonté de la volonté.