Working Class Hero (III) | Estivador

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For the wild

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É dia de mandar a vigilância cibernética para o caralho. Google Chrome, Google Maps, Google Calendar, Gmail, FUCK OFF!

Movimento Rosa Damasceno Vivo!

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O Teatro Rosa Damasceno, abandonado e votado ao abandono pela edilidade e pelos privados, vai ser ocupado pela população, como forma de denúncia e de protesto que visa a recuperação deste espaço emblemático da cidade de Santarém (evento no fb). A iniciativa é organizada por um grupo de cidadãos que reúne arquitectos, urbanistas, actores, encenadores, cineastas, fotógrafos, artistas de todo o país.

A este propósito é bom recordar o que foi feito, em tempos, pelo Teatro Sousa Bastos, em Coimbra, onde algumas das forças vivas da cidade se levantaram para evitar que fosse transformado num condomínio, perdendo a valência cultural protegida pela lei. À data, o então candidato Carlos Encarnação chegou mesmo a assumir a recuperação do espaço como um compromisso eleitoral, um dos muitos que nunca teve intenção de cumprir (mais notícias sobre esse processo aqui, aquiaqui, aqui e aqui).

Anos volvidos o Teatro Sousa Bastos continua em ruína, à imagem do Teatro Rosa Damasceno, dois espelhos fieis do estado em que o país mergulhou, sobretudo no que às infraestruturas culturais diz respeito. Na ausência de respostas por parte do poder público e privado ocupar estes espaços não é só um direito, é um dever.

Zeka Santiago, um projeto de filme

Aqui fica o apelo de Ana Lisboa, realizadora  cabo-verdiana residente em Paris, para levar a termo o seu projecto de filme em Cabo Verde.

O filme conta a história de um polícia que se apaixona por um traficante. Os dois vão viver uma história de amor apaixonante. Embora um deles esteja doente…

http://www.touscoprod.com/fr/widget/3531

Ver mais informações sobre o projeto de filme Zeka Santiago, aqui.

“Turismo: Destino Obrigatório?”, por Casa da Achada, Centro Mário Dionísio

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“O turismo tem aumentado de uma maneira nunca antes vista – mais visitantes, mais «oferta turística». Parece-nos necessário conversar sobre as transformações que se têm sentido em Lisboa e, também, em muitas outras cidades.

Não se trata duma conversa fora de moda. Este assunto afecta de tal maneira a vida dos habitantes da cidade que acaba por ser discutido em todo o lado, dos cafés às instituições. Infelizmente, muitas vezes o racismo e a xenofobia não ficam de lado, outras vezes, a ideia dominante é que é preciso aproveitar este público para fazer negócio.

Pensando que uma cidade é uma multiplicidade de gente, actividades, práticas, ideias, movimentos, gestos e fragmentos, que existem centros, periferias, bairros e freguesias, parece-nos que um olhar crítico do turismo tem de passar por diferentes pontos de vista.

Para pensarem connosco, convidámos o Álvaro Domingues, que se tem dedicado a discutir as ambiguidades do turismo, a Alexandra Baixinho, que tem estudado o turismo de cruzeiros em Lisboa, o PDuarte, que tem escrito sobre o turismo como indústria do capitalismo, e o Pedro Prista, que tem investigado o impacto do turismo no património, na gastronomia e no ambiente.

À noite, pelas 21h30, para continuar a conversa, projectamos o documentário BYE BYE BARCELONA (55′, 2014) de Eduardo Chibás, sobre a relação da cidade de Barcelona – que foi muito apontada como um modelo de cidade pelo poder local lisboeta – com o turismo. Para conversar connosco, estará Bertran Romero Sala, um conhecedor crítico de Barcelona – onde nasceu e vive – e de Lisboa – onde estudou e viveu.”

Evento no facebook aqui.

Eduardo Catroga, o Lambe Botas

 

Um épico, mais um, do facilitador Eduardo Catroga.