A deriva na Internacional Letrista: para uma crítica radical do urbanismo – por Maria Ramalho

Já imaginaram como seriam as nossas vidas se, no quotidiano, em vez de centros históricos meticulosamente preparados para o consumo turístico ou de subúrbios estéreis e monótonos, tivéssemos à nossa inteira disposição palácios delirantes com rios subterrâneos, candeeiros urbanos munidos de interruptores, parques infantis no interior de igrejas, estações de comboios sem indicação das chegadas e partidas ou obras-primas de arte distribuídas pelos bares nocturnos? Então deveriam ler o texto de Maria Ramalho. Um óptimo contributo para a reflexão sobre a cidade.

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About PDuarte

Historiador, jardineiro, horticultor. Vive na província. No tempo vago, que procura multiplicar de dia para dia, perde-se em viagens, algumas pelos montes em redor, outras pelos livros que sempre o acompanham. Prefere o vinho à blogosfera, a blogosfera ao Parlamento.

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