Tudo certo, tudo previsível, tudo normal, tudo democrático

Paulo Portas vai trabalhar com a Mota-Engil

Tudo dentro da normalidade como já pudemos constatar aqui. Enfim, tudo absolutamente compatível com a legalidade democrática, ao contrário da obra de arte “anti-democrática” que, por liberdade poético-metafórica, escolhi para rematar o post – o qual de outra forma seria um mero exercício de contemplação masoquista da corriqueira passagem que os políticos experimentam quando transitam das altas esferas da governação da coisa pública para a hábil condução dos destinos das empresas privadas.

“A democracia portuguesa está ferida de morte (…) Quando temos eleitos que, chegando ao poder, desrespeitam completamente o mandato com que se propuseram governar e para o qual foram eleitos, e não há qualquer mecanismo de os eleitores que conferiram o mandato (e supostamente têm o poder na mão) arriarem aqueles que não estão a cumprir e porem lá outros que cumpram efectivamente a vontade colectiva, a democracia fica vazia de sentido e de essência, fica meramente formal.” Adolfo Luxúria Canibal

About PDuarte

Historiador, jardineiro, horticultor. Vive na província. No tempo vago, que procura multiplicar de dia para dia, perde-se em viagens, algumas pelos montes em redor, outras pelos livros que sempre o acompanham. Prefere o vinho à blogosfera, a blogosfera ao Parlamento.

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