Uma fronda para varrer o terrorista Manuel Filipe Cruz de Morais Canaveira da Televisão e da Universidade Pública

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Esta besta humana, que é paga pelos nossos impostos para dar aulas numa Universidade Pública (FCSH), é um dos “especialistas” a quem a RTP tem recorrido para comentar o terrorismo. A figura, cujo vídeo pode ser visto aqui, defende que a Europa leve a cabo uma fronda para expulsar todos todos os muçulmanos e, caso não o façam, aplaude que sejam as pessoas a assumir a tarefa do extermínio. Para ele “nós”, que ele considera “indoeuropeus”, temos provas de força dadas, como é exemplo a Alemanha Nazi, para fazer desaparecer os semitas do globo terrestre. Um instigador deste calibre, que só ficará feliz quando voltar a ver fogueiras da inquisição ou as câmaras de gás do holocausto recuperadas, é formado em Relações Internacionais, doutorado em História das Ideias Políticas, docente e Presidente da Comissão Pedagógica do Departamento de Estudos Políticos da Universidade Nova de Lisboa. Como se não bastasse é, no seu Departamento de Estudos Políticos, é um dos professor mais graduado, logo a seguir aos 2 catedráticos que encabeçam o grupo. Além de ter o salário de professor pago por nós, e as cabeças dos estudantes ao seu dispor, desfruta ainda de dinheiro e tempo de antena que devia estar ao serviço da constituição e da humanidade, para a propaganda do extermínio e da barbárie. Escolheu um tempo errado. Não deve deixar de olhar de soslaio a cada aula, a cada visita à RTP, a cada vez que tirar o pé de casa. O terrorismo do Manuel Filipe Cruz de Morais Canaveira não passará!

13 thoughts on “Uma fronda para varrer o terrorista Manuel Filipe Cruz de Morais Canaveira da Televisão e da Universidade Pública

    1. A sua formação (curso) é em Relações internacionais.
      O Doutoramento é em História das ideias políticas.
      Não deixa de ser uma besta.
      Não é o curso que faz dele mais ou menos besta.
      Claramente, este senhor não percebe o mínimo de História. Um doutoramento em História das Ideias Políticas, não faz do senhor um especialista na matéria histórica.
      conclusão: ele é, realmente, uma besta. Mas não foi o facto de ter feito um ‘curso’ de História, que não fez, que o tornou uma besta. (acho a utilização das aspas altamente ofensiva para os estudantes de História.)

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