Depois da Maria Luis Albuquerque na Arrow, Paulo Portas na Ferrostaal?

A empresa que viu a sua vida facilitada no negócio do Banif contratou a ministra que lhe facilitou o negócio. A empresa que vendeu dois submarinos  pelo preço de uma frota contratou o ministro que decidiu a compra. Maria Luís Albuquerque e Paulo Portas, dois artistas da promiscuidade entre o mundo do capital e da política, prestam assim mais um serviço à nação deixando claro que aquilo que os move, longe de ser a causa pública, são os seus interesses privados. Não são duas contratações de somenos importância, posto que se tratavam da segunda e terceira figuras do último governo. A confirmar-se, no caso de Paulo Portas há ainda a agravante do negócio dos submarinos ter sido já julgado na Alemanha sem que nenhuma inocência tenha sido provada.

Fica a faltar Passos Coelho, que por agora se manterá como deputado, mas sabemos bem que apesar das dificuldades do mercado vão conseguir, também para ele, uma janela de oportunidades.

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15 thoughts on “Depois da Maria Luis Albuquerque na Arrow, Paulo Portas na Ferrostaal?

  1. Longe de mim defender Paulo Portas mas a “notícia” do Expresso desmente-se a si mesma: “Por enquanto, não é verdade que Paulo Portas esteja a caminho da Ferrostaal.”. Olhando para a foto de Jorge Cueca, rapidamente se percebe a veracidade do que escreve.
    Não seria surpresa mas não deixa de ser um grande susto!

  2. Se sais vrai, ce une corruption couverte par de corruptos.En português nos dizemos que à duas qualidades de Ladroes, aqueles que vem nos roubar e aqueles que nos votamos para nos roubar

      1. Oh Leonor, e que tal admitir que foi tão enganada como quem partilhou a “notícia” e sair bem vista deste imbróglio?

  3. A notícia sobre o Paulo Portas é falsa. Desde logo a página não é do Expresso, ainda que o imite bem (veja-se o endereço do link). Depois… Bem, eu não simpatizo com o homem, mas certo é que seria a maior bronca da paróquia em tudo quanto é lado e não apenas em algumas (e escolhidas) redes sociais, onde o boato prolifera como coelhos.
    É da mais elementar prudência confirmar fontes, cruzando informações, e desconfiar quando os próprios adversários políticos não falam no assunto.

    1. Anónimo, ainda não percebeu que eu já tinha percebido isso tudo? A ideia foi anunciar depois o que na verdade aconteceu antes. Quem com ferros mata… Vá, complete lá o resto que eu sei que é capaz.

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