Raposo por ele próprio amnistia Breivik e assume-se: “sou um soldado à paisana”

A conversa só vale a pena ouvir a partir do minuto 10′, onde Raposo aborda que o Sul é a razão para a inconstância da sua fé. Afirma que foi por causa do Sul que começou por ler Nietzsche, mas que desde então tem feito um caminho em direcção a deus e à fé. A troca de mails com padres e a mulher fizeram com que afirme que “a tolerância está do lado dos católicos, não do ateísmo”. Por isso, em consonância, entende que a melhor estratégia para os “tolerantes” é criarem “um núcleo duro, que não pode cair no relativismo”. Afirma ser um “soldado à paisana” desse desiderato, um “agente à paisana por aí”, de olho aberto a defender os tolerantes da intolerância dos ateus.

Porque a tolerância face aos intolerantes não é tolerância, é estupidez, lá estarei, na próxima terça-feira, dia 8, às 18h30, na Bertrand do Picoas Praza (Saldanha) para explicar ao Raposo com quantas canas se faz uma cabana. 

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