A hermenêutica do milho na sociedade do espectáculo

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Menor, querido, eu bem queria dar-te razão, mas só consigo responder ao “tchanan” do Aguiar-Branco com o ensaio fotográfico do Pedro e do Paulo sobre a dimensão e o odor das maçarocas. Importa por certo derrotar esta gente nas próximas eleições, como importa o cheiro e o tamanho, mas eu já consigo ver o António Costa, o Jerónimo de Sousa, a Catarina Martins, o Rui Tavares, o Garcia Pereira ou até a Joana Amaral Dias a darem espectáculos igualmente assinaláveis na arena do espectáculo em que se transformou a política. Como bem se vê na Grécia, as eleições estão transformadas num circo que de democrático nem o nome sobra e cujas alternativas não motivam ninguém a ir a votos.

2 thoughts on “A hermenêutica do milho na sociedade do espectáculo

  1. Neste momento do Grande Espetáculo Democrático, só uma espetacular abstenção pode esperar acabar com a comédia. Qualquer outra via irá mantendo a cena em palco, por muito que se mudem os atores.

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