Este ano, tudo a gamar na feira do livro!

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E assim devia acontecer onde quer que o voluntariado se substitua ao trabalho assalariado. Responder à provocação com o furto é a única resposta possível e capaz de fazer com que quem manda na feira do livro volte a pagar o preço justo pela mão de obra daqueles que nela estão dispostos a trabalhar. Entendido? Pois bem… vão entender. Por aqui publicarei cada uma das capas que lá irei gamar… voluntariamente.

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24 thoughts on “Este ano, tudo a gamar na feira do livro!

  1. Acho bem, mas poderias ao menos oferecer os livros a quem irá trabalhar de graça e aproveitar para sensibilizar para o erro que estão a cometer.

    1. Não tenho nenhuma condescendência por editoras que face aos acontecimentos se mantenham na feira do livro. Tanto é o negreiro que vai a África e às Américas como aquele que compra os escravos em casa.

      1. É verdade, nem me tinha lembrado disso. Por essa lógica o gamanço deve visar sobretudo as pequenas editoras, e meter a APEL a pagar o stock todo!

      2. Quem tal escreve deveria ter uma autorização especial para roubar livros tal é a sua ignorância…

      3. Quem tal escreve deveria ter uma autorização especial para roubar livros tal é a sua ignorância…

      4. A APEL não paga os livros vendidos às Editoras. Informem-se do regulamento da Feira antes de fazerem essas afirmações.

  2. A ignorância de grande parte dos comentadores mete dó! Ignoram que a APEL só formalmente é a associação de editores e livreiros, na realidade é uma corporação reaccionária dominada, desde sempre, por uns quantos tubarões grandes editores.
    É a APEL que é responsável por esse arrebanhar de «voluntários», que se alegram com a servidão voluntária…A maioria dos editores e livreiros presentes nada tem a ver com essa prática, nem concorda com ela, esses «voluntários» trabalham exclusivamente para a organização APEL.

  3. Agora a asneira generalizada passou deste blog para o Facebook. Nesse diário de adolescentes, que ninguém questiona, todos se sentem à vontade para dizer todas as asneiras possíveis e muitas imaginárias. Nada sabendo sobre a Feira do Livro, a APEL, ou o que é ser editor e livreiro independente no contexto actual.

    Os que mais se destacam nos comentários são uns aprendizes de radicais que muito provavelmente usam todos os aparatos tecnológicos, além das calças feitas com trabalho escravo no Oriente, e se sentem no direito de ditar regras para pequenos livreiros e editores como se estes fossem iguais aos tubarões da Leya, Babel e Porto Editora…

    1. Desafio as Editoras a publicar as suas contas anuais; para ver se o choradinho do costume quanto ao mercado é sustentado em factos reais ou em eternos choradinhos.

      Nenhuma editora de livros foi à falência neste período de crise.

      Outras (Chiado Editora v.g.) até cobra o serviço ao autor de edição e ainda cobra uma percentagem caso o livro venda…. parecem os tempos do Emilio Salgari… só piratas…

  4. Gamar livros na Feira ? E vir admiti-lo aqui ? Mas que “ingenuidade” papalva ! E nestes “arremedos” se esquecem os grandes “gamadores” Experimentem gamar nos Pingo Doces, Modelos Continente, Lidl’s, Jumbos, Intermarchés, ou passar nas portagens das ex-scut’s com pórticos sem pagar ou tentar “driblar” a banca,as empresas de telecomunnicações, fornecedoras de energia, petrolíferas … E se não forem apanhados, experimentem gabar-se fornecendo provas !

      1. o maior gamanço, o que está na ordem do dia desde há anos, é o gamanço dos grandes grupos económico-financeiros, portugueses e transnacionais, em regime de oligopólio qd não de monopólio. Sem esquecer o leonino pacto ou pato pató com as patadas da troika ao serviço da dívida com juros de gamanço estratosférico.,

  5. Já somos gamados em todo o lado e a toda a hora. Devíamos também ir ocupar as casas e o carros da escumalha politica que se tem governado, afinal de contas quem pagou aquilo tudo fomos nós, já agora não esquecer também a nossa herdade da comporta.

    1. Ora, ora ! Os Tios Patinhas bem se importam com o que sucede aos “Irmãos Metralha” ou com o Xerife. Os cofres dos Tios Patinhas, na sombra, continuam a encher e à sombra e a ver o sol aos qadradinhso ficam se necessário os sobrinhos e os patos patós para que o pagode se esmifre contra os manajeiros de turno esquecendo mandantes e padrinhos !

  6. Não queiram fazer essa injustiça. O trabalho voluntário é só para a organização, todas empresas que lá estão e que vocês dizem querer roubar estarão a pagar a todos os seus funcionários. Informem-se.

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