Promiscuidade

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“A Pordata faz cinco anos” e com este título o Presidente da Fundação Manuel dos Santos, Nuno Garoupa, escreve um “ensaio” elogiando a marca criada pela mesmíssima fundação que preside. Se já se sabia que esta entidade estatística define as suas análises à medida dos seus desejos, agora fica a saber-se que paga para que os ensaios sobre si próprios, escritos também por si, sejam publicados sobre a “credibilidade” que o jornalismo ainda oferece aos mais incautos. A liberdade de imprensa já não é o que nunca foi. A pordata nunca será aquilo que diz ser.

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