Flashback

1935
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2015
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About PDuarte

Historiador, jardineiro, horticultor. Vive na província. No tempo vago, que procura multiplicar de dia para dia, perde-se em viagens, algumas pelos montes em redor, outras pelos livros que sempre o acompanham. Prefere o vinho à blogosfera, a blogosfera ao Parlamento.

7 thoughts on “Flashback

  1. É um bocado abusivo estabelecer paralelos entre a propaganda da União Nacional e a propaganda do PCP ou do BE. Em todo o caso é de lamentar este tipo de discurso “patriótico” na esquerda ainda que em determinados momentos da história se compreenda a sua utilização

    1. Apenas partilhei o flashback que ontem mesmo tive ao ver a mais recente propaganda política nas ruas de uma cidade que às vezes frequento. Quanto a ser um flashback abusivo, isso está ainda por demonstrar… Mas concordamos que “é de lamentar este tipo de discurso “patriótico””. Paradoxal é você achar que é simultaneamente de lamentar e compreensível. Lamenta mas compreende, que raio de postura!

      1. bardamerda prós “intelectuais amigos do povo”… o teu europeísmo de esquerda, chique e muito cosmopolita baixa as calcinhas e mostra as nalgas a cada conferências de imprensa do Varoufakis

  2. e isto de subliminarmente colar forças de esquerda ao velho e novo fascismo faz o jogo da reação e pode atér fazer um “brilharete” de conversa na Casa “independente”… mas nada mais do que isso na luta de emancipação pelos teus proletariozinhos— Triste!

  3. Há muito para dizer acerca destas tendências patrioteiras e linguagem chauvinista que penetra o discurso à esquerda. Creio que é o último estertor do eleitoralismo e do reformismo. A linguagem de classe não foi feita para o espetáculo eleitoral. Em campanha eleitoral “lutamos por Portugal”, “pelo povo”, não pelos trabalhadores. E creio que o fascismo é apenas a desorganização das classes que estão a ser proletarizadas (depois assume várias formas), e que procuram à superfície a causa de problemas que estão na estrutura económica.

    Então o problema desta merda é a corrupção, a imigração, a falta de valores, a austeridade, a preguiça dos indígenas, a dividadura, a Alemanha, a falta de empreendedorismo, de bater punho, a conchichina.. o problema nunca é o capitalismo.. a solução nunca é a luta de classes e a revolução – isso é que não!!! Porquê? Porque alguém (um português honrado) há-de pôr esta merda (o capitalismo, ou a pátria fofinha) a funcionar outra vez. Eis o fascismo.

    Cumprimentos

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