On the discursive limits of coxinhas

Quando se chega ao espaço público com pancartas obtusas, há duas soluções: ou tentamos o consentimento através da bonita acção deliberativa (“olha lá, isso de se querer uma intervenção militar não faz muito sentido, não seria melhor trocarmos umas ideias sobre o assunto?”) ou subverte-se tudo, não se tenta convencer os que já se renderam à barbárie e trabalha-se sobre o próprio disparate nesse maravilhoso mundo onde a discursividade é potência. Eu sou grande entusiasta desta última acção.

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