E não podemos fazer o mesmo a Esther Mucznik que, por vezes, acorda para debitar o seu fascismo-sionismo, muito selectivo, nas páginas do “Público”?

Ler Mucznik é uma prova a que muitos têm de se sujeitar, como disse, apenas por vezes (cada vez menos, parece-me). Desde o “querer ser enterrado em Jerusalém” de cidadãos franceses ao elogio de Netanyahu, como líder eleito e representante da única democracia do Médio Oriente, passando ainda a criatura por cima / rasurando, portanto, todos os que morreram na passada semana (em vários conflitos religiosos ou apenas em Paris, se se quiser), o fanatismo desta personagem que nem um risco de pensamento teve por uma criança ou adulto de Gaza massacrado, faz-me lembrar e aqui trazer esta capa de uma publicação judaica por acaso não sediada no Iémen, atente-se.

esther

One thought on “E não podemos fazer o mesmo a Esther Mucznik que, por vezes, acorda para debitar o seu fascismo-sionismo, muito selectivo, nas páginas do “Público”?

  1. Eu, Manuela Asper, quero continuar a receber os posts do L’obeissance est morte’. Preciso de fazer mais alguma coisa? Manuela Asper

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