Je suis… chato como a putaça

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O Bruno Nogueira deu o mote. Charlie Hebdo respondeu afirmativamente. Eu limitei-me a juntar as pontas. Acrescentar apenas que esta será a minha única intervenção sobre o tema, que me parece excessivo ser enquadrado além das fronteiras de “um clássico acidente de trabalho”. Liberdade de expressão prefiro debater a partir da imprensa “democrática” e o “terrorismo” a partir das sistemáticas intervenções do imperialismo um pouco por todo o mundo. Quando toda a gente acordar do pesadelo digam. Voltarei então para falar sem o fundamentalismo dos que aderiram à comoção etnocêntrica.  Como diria Zizek, é urgente “ir adiante do pathos da solidariedade universal” que, sem capacidade crítica, só será capaz de “ser usado a propósito de Hitler: ele também coordenou uma mobilização diante da injustiça do tratado de Versalhes, mas no entanto era completamente justificável combater o regime nazista com todos os meios à nossa disposição”. Passar bem.

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