O jornalismo e o sindicalismo que temos em apenas uma imagem

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6 thoughts on “O jornalismo e o sindicalismo que temos em apenas uma imagem

  1. É verdade, mas o sindicalismo que temos merece uma precisão: os 3 sindicatos que não assinaram acordo com o Governo representam uns 50% do pessoal da TAP. Os sindicatos que recuaram (melhor dito, traíram), esses sim, merecem que se lhes aponte o dedo.

  2. O SINTAC, SITAVA e SNPVAC mantém a greve acatando a requisição civil. Já vamos ver o que é que isto significa. A CGTP-IN em comunicado “exorta os homens e mulheres, que trabalhando arduamente todos os dias, dão vida e prestigio mundial à TAP, a resistir a esta medida que, para além de ilegal, ofende os seus direitos e os interesses nacionais.”

    A CGTP-IN tem que reagir, não é exortar os outros a resistir. E a CGTP-IN tem instrumentos para reagir. Estes filhos da puta estão a pôr em causa o nosso direito à greve. Não podemos ter mais um flop como o da ponte, onde já puseram em causa o direito de manifestação.

    Que fazer? Alargar a greve desses dias a outros sectores, fundos de apoio para aos trabalhadores que forem a tribunal responder por abandono de funções, baixas médicas, sabotagem. Vale tudo neste momento.

  3. “Assim, contribuindo para o esclarecimento de todos
    os trabalhadores e perante a violência da requisição civil em vigor, apela a que, embora sob o mais veemente protesto, os trabalhadores compareçam nos seus locais de trabalho para cumprir os seus respectivos horários.” SITAVA desmobiliza.

    “Porque nas condições impostas pelo Governo não é possível fazer greve e porque não somos irresponsáveis, aconselhamos todos os associados a apresentarem-se ao trabalho, de acordo com as suas atribuições e categoria profissional, mas reafirma-se a manutenção do pré-aviso de greve” SINTAC também baixa a grimpa.

    Esta merda é irrespirável..

  4. “Não somos irresponsáveis”. Irresponsáveis do caralho!! Os meninos e meninas do SINTAC e do SITAVA caucionaram a violação do nosso direito à greve, da mesma forma que no episódio da ponte se deu caução à violação do nosso direito de manifestação.

  5. Atenção aos entusiasmos com a omnipotência da CGTP. Não estou por dentro da situação sindical na TAP, mas parece evidente que os sindicatos filiados na CGTP são muito poucos, se não for mesmo apenas o SITAVA. 1 ou 2 em 12 não chegam para fazer omoletes. Dizer isto é tentar perceber quais as condições concretas (e muito mais haveria a dizer) da luta real ou potencial que ali se desenrola. Essa raiva é melhor dirigida para os sindicatos que recuaram e assinaram o papelinho com o governo, sendo certo que há algumas coisas que sabemos – que o PS já traiu e não está interessado em defender a TAP, que o governo vai tentar cumprir um calendário quase impossível de privatização até às eleições e que alguma coisa que não foi dita terá sido prometida aos sindicatos para assinarem o tal papel.

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