AS MÃOS EM MIGUEL ÂNGELO (Deus e Adão), AS MÃOS EM CARAVAGGIO (Cristo e Mateus)

CARAVAGGIO: AS MÃOS (Caravaggio e Miguel Ângelo)
Ora bem.
O que isto me perturba e, ao mesmo tempo, me diverte (posso dizer “diverte”? Não, não me diverte nada).
Porque é que na “Vocação de Mateus” de 1599 (repito, 1599!), Caravaggio põe em Cristo o gesto que Miguel Ângelo põe em Adão na Sistina, e na “Ressurreição de Lázaro”, 1608 (repito, 1608!), Caravaggio põe em Cristo o gesto que Miguel Ângelo, também na Sistina, põe em Deus Poderoso que cria Adão? No capítulo IV “A irrepresentabilidade divina – O ‘Enigma Caravaggio’ ” posso dizer que tento uma explicação. (Claro, pouco credível – porque as mãos de Caravaggio e de Miguel Ângelo não param de jogar connosco.) Pois fiquem a saber de uma coisa: diferentemente do que titula Michael Fried (o seu livro sobre Caravaggio, mas enfatizando outro assunto) este é que é o verdadeiro “MOMENTO CARAVAGGIO”! Quem descobrir o sentido disto que eu descobri (“isto”, mas não o sentido “disto”) e me intriga, ficará dono do assunto “CARAVAGGIO”.

 

Foto de Carlos Vidal Tenes.Foto de Carlos Vidal Tenes.
Foto de Carlos Vidal Tenes.
Foto de Carlos Vidal Tenes.
Entretanto, amanhã, encontramo-nos nos  Artistas Unidos, Teatro da Politécnica, às 18:00.

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