Os líderes históricos e a sua importância para o consenso

Diz que há disputa pela direcção do Bloco de Esquerda. 15 anos a consensualizar direcções para dar nisto: uma saída da Política XXI/Manifesto para consensualizar à parte, deixando a bicefalia e a bifurcação interna a desenvencilhar-se a dois o que, como sabemos, não permite desempates consensualizados.

Ora, o que sucede nestes casos, regra geral, é que se o resultado não está já decidido à partida, através da eleição de delegados à Convenção, os líderes históricos tomam partido e tentam o desempate de teor carismático ou, no caso de estar decidido à partida, tentam a culpa alheia dos militantes (e dirigentes) que não lhes chegam – naturalmente – aos calcanhares, trabalhando continuamente nessa fronteira da sacralização, carisma e superioridade moral, tudo coisas boas para o consenso, mas péssimas para a política.

Louca_consenso

(fim abrupto do post sem inclusão da palavra “devir” porque não está sol, mas dá para secar a roupa na máquina)

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