“Um dia banal em Jerusalém”

O vídeo é revelador (versão resumida aqui) para ilustrar as provocações israelitas e a sistemática violação dos direitos do povo palestiniano. As razões que explicam a insurreição dos cerca de 300 mil palestinianos de Jerusalém são igualmente bem explicadas no artigo de Ben White: “Jérusalem : une ville d’apartheid meurtrie” e neste artigo de Rashid I. Khalidi, no blogue da Reuters, cujo excerto foi traduzido pelo Grupo Said:

“Enquanto não-judeus, os árabes residentes de Jerusalém têm sido sujeitos a leis, regras e regulamentos abertamente discriminatórios, onde se contam taxas suplementares, municipais e nacionais, que restringem o acesso à educação, autorizações de construção, acesso a parques públicos, colecta de lixo e outros tipos de saneamento urbano. Isto é uma parte dos objectivos da política israelita, que procura limitar o crescimento da população árabe na cidade, privilegiando assim a expansão da população judaica.
A população indígena árabe residente em Jerusalém, ao longo de mais de quatro décadas, tem sido o alvo de tentativas inexoráveis de segregação em áreas reduzidas e restritas da cidade, algumas delas sitiadas por muros. Paralelamente, a expansão da população judaica em colónias em Jerusalém Oriental ocupado – que consiste numa violação do direito internacional – tem sido amplamente encorajada e financiada pelo Estado de Israel, apoiado pelos seus serviços de segurança opressivos.”

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