Nem humor, nem sexualidade

É tudo mau nesta publicidade. Da estigmatização do broche ao sexismo na falta de equidade em matéria de cunilingus, tudo dá uma certa náusea. O recorte irónico é digno da catraia que descobre, regra geral na pré-adolescência, o duplo sentido das palavras, e a falta de respeito por quem vende broches, dos felácios à bijutaria, inqualificável. O empreendedorismo, substancialmente mais do que a joalharia ou a prostituição, é dado à indignidade. Aos marketers do Young Creatives Competition ’14 o desejo sincero de que troquem o “bate punho” por un petit peu de sexualidade.

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