Small World (VII): Viagem pelos anos 80 com a Leonor através do sintetizador

Fica um roteiro (para todos os gostos) para a Leonor repensar se devemos mesmo libertar-nos do uso indiscriminado do sintetizador. Ou será que a eclética ferramenta, ora puxando mais para o obscuro ora para o gracioso, ora para o hipnótico ora para o lúbrico, até tem a sua pica?

Leeds, Inglaterra (1981):

Viena, Áustria (1982):

Detroit, E.U.A. (1983):

Lisboa, Portugal (1984):

Londres, Inglaterra (1985):

Dusseldorf, Alemanha (1986):

Essex, Inglaterra (1987):

Estoril, Portugal (1988):

Belim, Alemanha (1989):


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About PDuarte

Historiador, jardineiro, horticultor. Vive na província. No tempo vago, que procura multiplicar de dia para dia, perde-se em viagens, algumas pelos montes em redor, outras pelos livros que sempre o acompanham. Prefere o vinho à blogosfera, a blogosfera ao Parlamento.

6 thoughts on “Small World (VII): Viagem pelos anos 80 com a Leonor através do sintetizador

  1. Querido PDuarte não te abespinhes comigo que fico logo nervosa. Falava do uso “indiscriminado”, não da esgrima definida que um pouco por todo o lado apresentas neste post. Em todo o caso vou passar a provocar-te mais vezes. Assim como assim ganho banda sonora para toda a semana. Beijos

  2. Terei de admitir, Leonor e Renato, que o ‘worst of’ dos anos 80 será de facto horrível, porque a década de 80 corresponde ao apogeu da indústria da música, isto é: onde pela primeira vez houve toneladas de produção musical exclusivamente comandadas pela lógica da indústria de multiplicação de capital. Nos anos 80 houve por isso muita música que saiu do campo da arte para entrar exclusivamente no campo do capitalismo. É a década em que o capitalismo penetrou a fundo na música popular. Produzia-se para vender vender vender. Como hoje se faz, mas com muito mais gente a comprar.

    No entanto, o mainstream, com a honrosa excepção da transição dos anos 60 para os 70, sempre foi dominado por música que pouco mais faz do que reproduzir modas e clichés facilmente vendáveis. Por isso, há que olhar para o que cada década produziu dentro e (fundamentalmente) fora do mainstream. E, se isso for feito, jamais acabaremos a escrever o absurdo de que, no plano musical, o que a década de 80 produziu foi, para lá de algumas excepções, basicamente lixo.

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