“Big in Japan” – de Alphaville a Ane Brun

Ou como a evolução deste tema prova que nos estamos progressivamente a libertar do sintetizador e do atraso da generalidade da produção musical dos anos 80. As excepções que fugiram à regra são isso mesmo: excepções que fugiram à regra. Hoje, tempo onde a criação de novos caminhos, também na música, não é muito auspiciosa, valha-nos que se salvem as canções que foram destruídas pelo uso indiscriminado da tecnologia.

Advertisements

2 thoughts on ““Big in Japan” – de Alphaville a Ane Brun

  1. Cara Leonor,

    O sintetizador é uma ferramenta, tal como uma guitarra.
    Ferramentas não têm por si só, pelo menos que eu saiba, o poder de aprisionar nada nem ninguém.
    Podiamos discutir qual das duas é mais nobre, mas como já deve ter percebido isso é conversa pra quem gosta de gastar tempo e energia a discutir o sexo dos anjos.

    Pessoalmente aprecio as duas, tendo em conta as possibilidades distintas que oferecem como ferramentas geradoras de fenómenos acousticos. Ligados a corrente eléctrica ou não… Ao ler a sua discriminação negativa relativamente ao sintetizador não podia deixar lhe dar o toque…

    Relativamente a maior parte da produção musical dos 80, estamos plenamente de acordo: vómito!

    Relativamente ao tema musical da posta em questão: nem uma versão nem outra! Acho que a depressão é assunto demasiado recorrente… Não precisa de estimulo!

    Bem haja!

Deixe o seu comentário.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s