A CAROCHINHA DA MOTA-ENGIL: Joana Nunes Coelho, mais um nome a (de)reter…

Joana Nunes CoelhoPorque mente de forma tão descarada a porta-voz dos patrões? O que esconde a Mota-Engil? Qual o negócio atrás da substituição de estivadores profissionais por precários? Porque não abrem as portas do porto à comunicação social? Porque não mostram a produtividade e os resultados do desempenho dos fura-greves que contrataram sem experiência? Como é que os gestores de uma empresa defendem tão acerrimamente a entrada no mercado da sua concorrente desleal? Porque é que o governo é cúmplice de toda a fantochada? Será que com tudo o que está a vir a público a senhora vai continuar a fazer jogo de espelhos?

Ou muito me engano ou a Carochinha da Mota-Engil é capaz de ter mais respostas para dar do que aquelas que apresenta. Não basta mentir para esconder a verdade. Até para isso é preciso alguma competência.

7 opiniões sobre “A CAROCHINHA DA MOTA-ENGIL: Joana Nunes Coelho, mais um nome a (de)reter…

  1. Mente, e mente com todos os dentes. 1º, porque diz, que os actuais trabalhadores não serão preteridos. Então vejamos o que estes grupos económicos fizeram em Aveiro, e prepararam o mesmo cenário para Lisboa. Em Aveiro, depois de conduzirem a ETP à insolvência ( desviando as cargas para o porto de leixões, onde também operam), seguiu-se a demissão na gestão da empresa(ETP).Os Trabalhadores como principais credores, conseguiram e decidiram pela recuperação da empresa. Entretanto, ao lado (50 mtrs), as empresa de estiva ( dos grupos mota e engil e E.T.E.) abriram uma nova empresa de trabalho portuário (GPA). De seguida, essa GPA, vai recrutar trabalhadores a uma ETT. Tudo para que possam colocar os trabalhadores temporários, prioritariamente ao serviço. E é isso que temos, trabalhadores temporários, a trabalhar, e trabalhadores efectivos, a aguardar que haja eventualmente um volume de trabalho que justifique a sua requisição. Note-se, que a especificidade das (ETT´S), sendo de trabalho temporário, seria só de elas mesmo, acudirem temporariamente a picos de maior trabalho, o que não acontece. Tudo isto se passa, perante uma errada interpretação da lei 3/2013 (contra a qual lutámos e muito), e com total inércia do governo e do instituto que regula o sector. Esta senhora, Joana Coelho, efectivamente oculta a realidade e a verdadeira intenção.
    António Júlio- Trabalhador Portuário (Aveiro).

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