“Quando o povo tem fome, tem direito a roubar” – Belmiro de Azevedo

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A declaração do quarto homem mais rico do país e um dos que mais lucrou com a crise dos pobres, disse, em 2010, que “quando o povo tem fome, tem direito a roubar”. À data, como governo do Sócrates a chegar ao dia dos finados, Belmiro blasfemava então contra o aumento de impostos – “mais de metade do meu salário são já impostos” – e advertia a maioria absoluta do PS que com a sua estratégia estaria “a brincar com o fogo”. Sócrates, que em boa hora emigrou para França e de onde infelizmente parece já ter voltado, foi substituído por Passos Coelho, que aplicou igual receita do que o seu antecessor. Entretanto Belmiro anda calado, prepara a migração dos seus negócios para o Brasil e Angola e não consta que os mais recentes números da sua fortuna o levem a repetir o dramatismo das declarações de outrora.

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