Underground Series (II) Adriana Queiroz

Depois de iniciar esta série com um obtuso tributo à Kim Gordon, desta vez fui espreitar a voz e a dança de Adriana Queiroz, que interpretou, algures, alguns dos grandes nomes da música francesa. [Com muitas melhorias na qualidade da gravação PDuarte ;)] Com Filipe Raposo ao piano, sabe sempre bem um serão cantado assim, devagarinho, à luz de Ferré, Brel, Barbara, Vian, Trenet ou Gainsbourg. L’obéissance est morte, ou pelo menos assim devia ser no que à privatização da cultura diz respeito. Desta forma o piano e a voz não se fizeram ouvir apenas para quem lá estava. Para ouvir e voltar a ouvir já daqui a pouco nos corredores de São Bento ou, porventura menos eufórico, a lamber as feridas de mais uma “grande jornada”. Amusez-vous!

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Lá fora, alheio a tudo – ou talvez não – o céu pronuncia-se assim.

2 thoughts on “Underground Series (II) Adriana Queiroz

  1. A expressão “lamber as feridas de mais uma ‘grande jornada'” é muito boa, desgraçadamente é uma boa expressão. Mas como não é exactamente isso que lá vamos fazer, ou não é só isso, acabamos por ir lá na mesma. É mais ou menos isto, não é verdade?

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